Os piratas informáticos tiveram acesso aos endereços de ‘email’ e aos detalhes de viagem dos passageiros e num número mais restrito de casos, de 2.208 pessoas, aos dados de cartões de crédito, indicou em comunicado a companhia, já bastante fragilizada pela pandemia de COVID-19.

A EasyJet precisou que os clientes afetados serão contactados nos próximos dias, até 26 de maio, no limite.

A companhia já entrou em contacto com os que tiveram os dados dos cartões de crédito comprometidos.

A EasyJet apresentou desculpas às pessoas afetadas e disse não ter indícios que levem a crer que os dados foram utilizados para fins nocivos, adiantando que se tratou de um ciberataque a partir de uma fonte “altamente sofisticada”, mas pediu aos clientes envolvidos para “estarem muito atentos”.

O grupo alertou de imediato a organização britânica de cibersegurança e o regulador britânico de proteção de dados.

Este incidente ocorreu numa altura em que a companhia se encontra bastante afetada, como todo o setor aéreo, pela pandemia de COVID-19, que levou a uma paragem dos voos.

Na sexta-feira está prevista uma assembleia geral de acionistas para decidir sobre o futuro da equipa dirigente.

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