Na habitual nota que acompanha as sempre impressionantes imagens das desmontagens, a iFixit diz estar "um bocado impressionada, um bocado confusa e a sentir-se como se estivesse em 2016 outra vez". Os telefones da Google têm quase sempre recebido boas classificações da empresa que desmonta tudo o que lhes chega às mãos para verificar se os equipamentos são ou não fáceis de reparar - seguindo a sua lógica do "do it yourself" que promove a capacidade dos utilizadores fazerem a maior parte das substituições de componentes em casa.

O Pixel 3a acaba de ser anunciado pela Google e para além se ser uma refrescante renovação dos topos de gama da marca, o preço tem sido um dos fatores de destaque. Posicionar um telemóvel com as características do Pixel 3a nos 400 dólares é uma afirmação de facto pela Google, numa altura em que as principais marcas estão a apontar para preços muito mais estratosféricos, acima dos 900 euros.

Entre os destaques desta "autópsia" ao smartphone, a iFixit nota que, ao contrário das especulações, o Pixel 3a e o 3a XL têm ecrãs OLED feitos pela Samsung e não pela LG. E isto é visto como um ponto positivo, já que as versões anteriores tiveram alguns problemas com os OLED da LG. Mesmo assim a organização nota que o display é fino e está pouco suportado.

Outro dos pontos realçados é a bateria, que tem 11,55 Wh, num upgrade aos 11,2 Wh do Pixel 3. Mesmo assim está uns pontos abaixo do iPhone XR e do SamsungS10e que têm 11.16 Wh e 11,94 Wh, respetivamente.

Mas nem tudo são boas notícias: não há carregamento de bateria sem fios e não há proteção contra poeiras e líquido, o que faz com que a iFixit diga que parece ser 2016 outra vez.

No fim a nota é 6 em 10, um dos melhores índices da nova geração de smartphones de topo de gama Android.

O vídeo partilhado mostra em detalhe a desmontagem do Pixel 3a XL.

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