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Nyusi felicita a Renamo por manter o compromisso com a paz em Moçambique
O presidente moçambicano Filipe Nyusi felicitou a Renamo pela passagem do primeiro ano após a assinatura de um acordo de paz, a 6 de agosto de 2019. -
Moçambique: Ainda se ouvem as armas, um ano após o Acordo de Paz
A 1 de agosto de 2019, o Presidente Filipe Nyusi e o líder da RENAMO, Ossufo Momade, assinavam o acordo de cessação das hostilidades militares. Um ano depois, ainda não há paz efetiva. -
João, o ex-guerrilheiro que quer abrir uma moagem e dedicar-se aos netos
João Samson, 58 anos, combateu durante 18 anos pela guerrilha da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), disfarçou armas com caniço para guarnecer Dhlakama, na Beira, e foi desmobilizado duas vezes, a última em 05 de junho. -
Ex-guerrilheiros em Moçambique temem ser confundidos com rebeldes
Alguns ex-guerrilheiros da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) que entregaram armas em junho, no processo de desmilitarização, regressaram à aldeia natal, mas temem agora ser alvo de uma nova ameaça. -
Mais de 500 guerrilheiros da Renamo entregaram armas no âmbito do acordo de paz no país
Mais de 500 guerrilheiros da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal força de oposição, entregaram as armas no âmbito da Desmobilização, Desarmamento e Reintegração (DDR), no quadro do acordo de paz, disse hoje o presidente do partido. -
Maputo informa CPLP sobre "bons desenvolvimentos" da "integração" de militares da Renamo
O embaixador de Moçambique em Portugal informou ontem os representantes dos restantes Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que o processo de integração dos militares da Renamo, que já começou, "está a ter bons desenvolvimentos". -
Sociedade civil defende diálogo com o líder da autoproclamada Junta Militar da Renamo
Membros da sociedade civil sugerem um diálogo com Mariano Nhongo, líder da autoproclamada Junta Militar da Renamo, afim de acabar com os ataques que ainda se registam na zona centro do país. -
Raúl Domingos diz que terroristas podem expadir-se para o centro e sul de Moçambique
O político moçambicano Raúl Domingos alerta para a possibilidade de o grupo armado que ataca a província de Cabo Delgado se expandir para outras regiões de Moçambique, aproveitando-se da insegurança criada pela autoproclamada Junta Militar da Renamo, no centro do país. -
Renamo anuncia desmilitarização de 11 elementos de grupo dissidente no centro do país
A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) anunciou ontem que 11 elementos do grupo dissidente do partido acusado de protagonizar ataques no centro do país vão entregar as armas, no âmbito da desmilitarização, desarmamento e reintegração (DDR). -
Homens recém-desmobilizados da RENAMO vivem com medo
Em Sofala, centro de Moçambique, homens armados da RENAMO recém-desmobilizados regressaram das matas após 30 anos, mas vivem com medo nas suas zonas de origem. Oposição apela à confiança no acordo de desmobilização. -
Moçambique: Deserções na Junta Militar podem fragilizar grupo de Mariano Nhongo?
Vantagens do DDR, de que estão a beneficiar ex-combatentes da RENAMO, estão a seduzir alguns guerrilheiros de Nhongo que agora regressam à velha casa. Analista diz que se trata de restabelecimento de confiança no DDR. -
Desarmamento da oposição em Moçambique concluído dentro de um ano, anuncia o PR
O desarmamento de cerca de 5.000 guerrilheiros da oposição moçambicana deverá estar concluído daqui a um ano, anunciou hoje o Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi. -
Mariano Nhongo, suas exigências e potenciais interesses no conflito em Moçambique
O enviado pessoal do secretário-geral das Naões Unidas a Moçambique, Mirko Manzoni, disse existirem grupos de interesse que podem sustentar o líder da auto-proclamada Junta Militar da Renamo, Mariano Nhongo, razão pela qual tem sido "inflexível nas suas posições". -
Até que ponto Mariano Nhongo e a sua Junta Militar podem comprometer o DDR?
A RENAMO insiste em lavar as mãos para este caso e insinua que o dissidente está a ser manipulado pela FRELIMO. Já o pesquisador Calton Cadeado antevê que enquanto persistir o problema com Nhongo o DDR será incompleto. -
Dissidência armada na oposição moçambicana não tem dinâmica de expansão, considera Michel Cahen
O historiador francês Michel Cahen considerou ontem que a Junta Militar da Renamo "não tem uma dinâmica de expansão", porque o grupo é "uma dissidência minoritária" do centro de Moçambique com reivindicações que podem ser resolvidas com "vontade política". -
Moçambique: O processo de DDR é um projeto viável?
O coordenador do Instituto para Democracia Multipartidária (IMD) defende a participação das autoridades locais no processo de reintegração dos ex-guerrilheiros da RENAMO. Projeto foi retomado após uma pausa de meses. -
Organização civil defende inclusão de desmobilizados de guerra em Moçambique
O Instituto para Democracia Multipartidária (IMD, sigla inglesa), organização civil moçambicana, defende que a sustentabilidade do processo de paz no país depende da inclusão dos guerrilheiros desmobilizados nos planos de desenvolvimento local. -
Financiadores do processo de paz moçambicano saúdam desarmamento da Renamo
As oito entidades internacionais que financiam o processo de paz em Moçambique consideraram hoje "passo importante" a retomada na última semana do desarmamento, desmobilização e reintegração (DDR) do braço armado da Renamo, principal partido da oposição. -
RENAMO reitera compromisso com a paz em homenagem a Dhlakama
O presidente da RENAMO, Ossufo Momade, disse este domingo em Maputo que o principal partido da oposição moçambicana está empenhado na preservação da paz, em homenagem ao espírito do seu falecido líder Afonso Dhlakama. -
IMD defende intervenção holística para desarmar guerrilheiros
O Instituto para Democracia Multipartidária (IMD), uma organização não-governamental (ONG) moçambicana, defendeu hoje "uma intervenção holística" no processo de desarmamento dos guerrilheiros da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo). -
Analista descarta eventual apoio da Renamo na luta contra os insurgentes de Cabo Delgado
O presidente de Moçambique e o líder da Renamo conversaram, esta semana, sobre a insurgência em Cabo Delgado, mas um analista descarta a eventualidade de Nyusi ter solicitado apoio da oposição. -
Guerrilheiros vão entregar armas antigas, disse Ossufo Momade
Os 5.000 guerrilheiros da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) vão entregar armas antigas e partilhadas "por três ou quatro" no processo de desmobilização e reintegração que está prestes a arrancar, diz em entrevista à Lusa o líder daquela força política -
Renamo: Desarmamento de 5.000 guerrilheiros em Moçambique está prestes a arrancar
O desarmamento de 5.000 guerrilheiros da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido da oposição no país, está prestes a arrancar, diz em entrevista à Lusa o líder daquela força política, Ossufo Momade.