Talvez por influência da mãe, professora de natação, desde muito nova que Charlene se apaixonou pela modalidade. Em 2000 participou nos jogos Olímpicos de Sidney e, no mesmo ano, venceu uma competição no Mónaco, presidida pelo príncipe, que, fazendo justiça à sua fama de galã, a convidou para sair. Segundo conta a edição online do jornal SOL,  foram necessários cinco anos para se reencontrarem, na passagem de ano de 2005/2006, na Cidade do Cabo.

Dois meses depois apareciam pela primeira vez juntos, nos jogos Olímpicos de Inverno, em Turim.

Criada como protestante, converteu-se ao catolicismo, aprendeu a falar francês e conseguiu conquistar um dos mais cobiçados solteiros do mundo e pôr fim aos rumores acerca da homossexualidade do príncipe. Ficaram noivos a 23 de Junho de 2010, união selada por um anel com um diamante em forma de pêra. «Apaixonei-me pelo seu sentido de humor, a sua simplicidade, e a forma como se relaciona com as pessoas», disse Alberto.

Com o casamento, Charlene ganhará o título de Sua Alteza Real Sereníssima, a princesa Charlene ou Charlene do Mónaco. Mas ganha também os dois filhos ilegítimos de Alberto, Jazmin e Alexandre. O que não põe fim ao desejo de ter filhos e dar um herdeiro à coroa monegasca: «Ter uma família está nos nossos planos, esperamos ter um filho brevemente».

Como princesa, Charlene quer continuar a alimentar a sua recente ligação ao mundo da moda – fruto da amizade de Armani e Lagerfeld – organizando a Semana da Moda do Mónaco. Mas também quer continuar envolvida em acções humanitárias – desde muito jovem que dá aulas a jovens problemáticos. «Não quero ser uma princesa à margem, quero estar envolvida»

SOL

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