"O comissariado nacional da Polícia de Ordem Pública comunica à população em geral que é obrigatório o uso de máscara nos lugares públicos", refere a polícia guineense, em comunicado a que Lusa teve hoje acesso.

No comunicado, salienta-se que o não cumprimento daquela medida de prevenção "implica a tomada de medidas para repor a ordem".

A Guiné-Bissau registou na última semana mais 28 casos de Covid-19, aumentando o total acumulado para 2.303, segundo os dados divulgados segunda-feira (14.09) pelo Alto Comissariado para a Covid-19.

O secretário do Alto Comissariado para a Covid-19, Plácido Cardoso, disse que os novos casos da doença no país parecem estar a "estabilizar", mas ainda é muito cedo para "baixar a guarda".

Para Cardoso, é preciso continuar a exortar as pessoas para o cumprimento das normas, nomeadamente o uso obrigatório de máscara, distanciamento e lavagem frequente das mãos. "Ainda é muito cedo para pensarmos que devemos baixar a guarda", salientou.

Regulamento da situação de calamidade

O Governo guineense declarou na semana passada a situação de calamidade e de emergência de saúde no país, até dezembro, e manteve como obrigatório a utilização de máscara.

Segundo o regulamento da situação de calamidade, é obrigatório o uso de máscara para circular nas vias públicas, mercados, transportes, paragens, em espaços interiores fechados com mais de uma pessoa, incluindo espaços comerciais, bem como o respeito das regras de distanciamento.

A pandemia de Covid-19 já provocou pelo menos 924.968 mortos e mais de 29 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo o balanço mais recente feito pela agência francesa AFP.

por: Agência Lusa

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