“Acreditamos que o material será muito importante para aumentar a capacidade de resposta do centro de saúde em caso de solicitações de serviços sanitários dos utentes”, disse Carlos Dias, Gerente de Operação Portuária, citado numa nota enviada hoje à comunicação social.

Entre o material, doado na última semana, constam kits para coleta de amostras, camas, macacões, luvas, óculos, álcool glicerinado, tubos de gleucómetro, aspiradores, bombas de infusão, seringa elétrica e tubo de aspiração.

O equipamento hospitalar, material de proteção individual para os profissionais de saúde e os produtos de higiene doados, visam reforçar a capacidade de resposta naquela unidade sanitária.

"Recebemos um reforço que constitui uma mais valia e, sem dúvida, vai contribuir para melhorar a prevenção da covid-19 e o tratamento dos doentes que procuram os nossos serviços", referiu Milton Ricardo, diretor do Centro de Saúde de Nacala a Velha.

A Nacala Logistics faz parte das empresas que integram o Corredor de Nacala e opera na área do transporte ferroviário.

A empresa anunciou em abril a redução para um terço do número de passageiros e viagens nos comboios para evitar a propagação da covid-19.

Em operação desde 2016, o corredor de Nacala é um investimento de 4,5 mil milhões de dólares (3,8 mil milhões de euros) que junta a multinacional brasileira Vale, o conglomerado japonês Mitsui e a empresa pública moçambicana Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique.

O empreendimento compreende uma ferrovia com 912 quilómetros, incluindo 200 que atravessam o território do Maláui, e um terminal portuário de águas profundas que escoa o carvão que a mineira Vale produz no distrito de Moatize, província de Tete, centro de Moçambique.

Moçambique regista um cumulativo de 2.559 casos positivos de covid-19, 19 óbitos e 951 pessoas dadas como recuperadas, indicam os últimos dados da saúde.

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