“Neste momento, podemos dizer que a situação permanece estacionária, com tendência a estar controlada”, afirmou a chefe do departamento de Epidemiologia no Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar (MASA), Florência Massango, citada hoje pelo diário Notícias.

Nesta fase da campanha de imunização do gado, foram abrangidos alguns distritos das províncias de Maputo, Gaza e Inhambane, no sul, Nampula, norte, e Zambézia, Manica e Tete, no centro.

O controlo foi reforçado nos distritos dessas províncias por serem consideradas áreas propensas à ocorrência da febre aftosa.

“O último surto que registámos foi em maio, no distrito de Marara, em Tete, e foi controlado pelas autoridades veterinárias”, acrescentou Massango.

A febre aftosa registou um rápido alastramento em Moçambique devido a dificuldades na inspeção e controlo do movimento interno do gado e carnes.

A febre aftosa afeta a produção animal, mas não tem repercussões na saúde pública e é endémica em vários pontos do mundo, nomeadamente no Médio Oriente, África, Ásia e América Central e do Sul.

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