A operação vai beneficiar famílias cujas explorações agrícolas foram destruidas pelo ciclone Idai, que em Março do presente ano, fustigou as províncias de Tete, Sofala, Zambézia e Manica.

Entretanto, o FAO diz-se também preocupado com o problema da lagarta do funil, que está a afectar a produção de alimentos, sobretudo cereais, igualmente na zona centro.

Para o PMA, a passagem do ciclone Idai pela zona centro de Moçambique, além dos mortos, feridos e desalojados, “teve também mais um efeito que causa muita preocupação, que é o impacto sobre a agricultura”.

“As famílias perderam as plantações, os instrumentos de trabalho. O ciclone passou muito perto da colheira. A safra foi toda perdida, e o que é preocupante é que os produtores perderam as sementes”, destacou Karin Manente, directora do PMA em Moçambique.

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