"Durante as deliberações, o ministro dos Negócios Estrangeiros voltou a insistir na necessidade de validar o pedido feito pela Guiné Equatorial para acolher a sede do organismo da UA para o direito internacional", lê-se num comunicado divulgado ontem pelo gabinete de imprensa equato-guineense.

De acordo com o comunicado, o diplomata "manifestou a sua contestação" face à "longa burocracia" envolvida no processo, que considera ser um obstáculo para "alcançar os desafios presentes na agenda 2063".

A participar na reunião do Conselho Executivo da União Africana, que se realizou nos últimos dias na capital da Etiópia, Adis Abeba, Simeón Oyono Esono instou os participantes a validarem a receção da sede do organismo com base na "toma de medidas e critérios que se exigem" por parte da Guiné Equatorial.

A reunião do Conselho Executivo da União Africana decorre na capital da Etiópia e sede da organização, antecedendo a cimeira de chefes de Estado e de Governo marcada para domingo e segunda-feira e para a qual são esperados 40 líderes africanos e membros de instituições internacionais.

A União Africana é constituída por 55 países, incluindo Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.