O Serviço Nacional Penitenciário está preocupado com o alto índice de seroprevalência nos estabelecimentos prisionais moçambicanos.

Um dos casos mais flagrantes é a cadeia civil de Quelimane, onde de um universo de 800 reclusos, 300 estão infectados com o vírus do HIV SIDA.

A pandemia coloca Moçambique entre os dez países mais infectados do mundo com um número superior à dois milhões de pacientes, dos quais apenas 1 milhão beneficia de tratamento anti-retroviral.

O chefe de Estado Filipe Nyusi reconhece a gravidade da situação, mas deixa garantias. Nyusi assegurou que o governo moçambicano vai mobilizar mais recursos para combater a prevalência da pandemia de sida que afecta Moçambique.

O Presidente Nyusi reconheceu que a redução da prevalência da sida nos últimos quatro anos, em Moçambique, foi inferior à 5%, numa faixa etária dos 15 anos para cima, como apontam os estudos divulgados em 2018.

O estadista moçambicano referiu-se a problemática na cidade de Nampula, no norte de Moçambique, durante a cerimónia alusiva ao 1º de Dezembro, Dia Mundial de Combate ao HIV SIDA.

A média nacional de seroprevalência de HIV, em Moçambique, é de 13.5%.


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