Quando o vaivém espacial Atlantis se fizer aos céus sexta feira para a última missão, deixará para trás 30 anos de conquistas, mas também de tragédias, derrapagens orçamentais, e muitas dúvidas sobre o futuro do programa espacial norte-americano.

Depois do Discovery, em fevereiro, e do Endeavour, em maio, o Atlantis, segundo mais jovem "shuttle" da frota da NASA, parte sexta feira para a sua missão final (STS-135), ao fim de 197 milhões de quilómetros percorridos e de ter lançado as sondas planetárias Magalhães e Galileo, entre outros equipamentos de investigação espacial.

Além de ter albergado, durante os seus mais de 15 anos de existência e 33 missões, um enorme conjunto de experiências científicas na órbita terrestre inferior, o Atlantis protagonizou a história atracagem à estação espacial russa Mir, o primeiro intercâmbio em órbita entre tripulações dos dois países.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.