Segundo o porta-voz da Guarda Costeira, Armand Balilo, a maioria dos mortos era passageiros de dois ‘ferrys’ que viraram devido a rajadas súbitas de vento e fortes ondas, que se registaram no sábado, entre a cidade de Iloilo e a província de Guimaras.

Um outro ‘ferry’, que não transportava qualquer passageiro, também se virou no estreito de Iloilo, mas os cinco tripulantes sobreviveram, indicou Armand Balilo.

No total, as equipas de regaste salvaram 62 pessoas, entre passageiros e tripulantes dos três ‘ferrys’ que ligavam duas ilhas na zona central das Filipinas, registando ainda 31 mortos e três pessoas desaparecidas.

A informação anterior apontava para 25 vítimas mortais e seis pessoas desaparecidas.

Os naufrágios ocorreram nas águas do arquipélago filipino, entre a cidade de Iloilo e a província de Guimaras, devido “à ondulação e às fortes chuvas”, segundo o Conselho Nacional de Gestão de Redução de Riscos de Desastres das Filipinas (NDRRMC, sigla em inglês).

O serviço de meteorologia tinha alertado para as fortes chuvas de monções e tempestades, entre as quais uma tempestade que se encontrava a cerca de 875 quilómetros e que se aproximava da costa leste do país.

Escolas e empresas da cidade de Manila foram encerradas devido às fortes chuvas e inundações, que causaram engarrafamentos na sexta-feira, nas zonas baixas da capital.

Anualmente, em média, 20 tufões e tempestades atingem as Filipinas, fazendo com que o arquipélago, localizado no Anel de Fogo do Pacífico, regularmente atingido por sismos, seja um dos países mais exposto a desastres naturais.

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