Os apelos foram feitos pelo presidente da Agência Metropolitana de Transportes, António Matos, que lembrou que numa altura em que o mundo se debate com as alterações climáticas, o uso dos transportes públicos é a alternativa.

Um discurso alinhado com o governo, mas desajustado com a realidade do país. Ao microfone da RFI, os automobilistas reconhecem que a rede de transportes que existe actualmente em Moçambique não é a primeira opção.

Durante a cerimónia do dial mundial sem carros, as autoridades moçambicanas defenderam a mobilidade activa que passa pelo uso dos transportes públicos, uso da bicicleta.

Apesar de reconhecer a iniciativa, o automobilista Gabriel dos Santos reconhece que “o apelo não é funcional”.

O Dia Mundial Sem Carros assinalou-se em Maputo, na Avenida da Marginal, onde teve lugar uma corrida infantil de bicicletas.


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