A porta-voz do ministério, Gina Guibunda, disse que a segurança é também preocupação das autoridades, que interromperam as aulas em de março para evitar a propagação do novo coronavírus.

“Olhando para o universo de oito milhões de alunos, nós temos a consciência de que se queremos respeitar o distanciamento físico entre os alunos, certamente nem todos alunos poderão voltar para a escola”, disse Guibunda.

As mais de oito milhões de crianças são de 13 mil escolas, maioritariamente públicas, superlotadas e com condições de higiene varias vezes criticadas.

Sem data determinada para o regresso às aulas, Guibunda disse que o retorno será gradual. “Estamos a pensar seriamente no retorno dos nossos alunos das classes de exame, da 12ª classe, porque acreditamos que são um pouco mais velhos”.

Mas os pais e encarregados de educação não estão seguros, porque aumenta em todo o país o número de casos de coronavírus.

“A primeira coisa que as crianças vão fazer ao chegar à escola será abraçar os amiguinhos, trocar as máscaras, algo que já acontecia com as camisolas, imaginemos com as máscaras”, disse Mércia Maneia, representante dos pais do ensino privado

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