A preocupação foi inicialmente apresentada ao Presidente da República, Filipe Nyusi, a quem pediram para que acabe com a tolerância que o governo está a ter.

Segundo os contestatários, há práticas que mancham o papel da religião, como o uso da igreja como fonte de rendimento, através de exigências de dízimos que chegam a totalidade do salário dos crentes, ou a  proibição dos fiéis de recorrer ao tratamento médico.

Outras seitas, diz o grupo queixoso, promovem falsas profecias de curas, e impedem os seu seguidores de aderir a campanhas de vacinação ou votação.

O assunto já esteve ao nível do Conselho Cristão de Moçambique, órgão que congrega as igrejas cristãs, mas, porque as contestadas não fazem parte, o assunto foi levado para a intervenção do governo.

O Ministro da Justiça, assuntos Constitucionais e Religiosos,  Joaquim Veríssimo, disse que o governo não está alheio ao problema e há medidas que estão a ser tomadas.

Segundo indicações do jornal electrónico a Carta, o governo já concluiu uma proposta de lei que vai regulamentar o funcionamento das igrejas.

Uma das mediadas que serão proibidas pela legislação é precisamente a transformação das igrejas em fontes de rendimento.

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