Trata-se 500 quilogramas de sementes de milho e outras 500 quilogramas de feijão, mil redes mosquiteiras, 600 cobertores e 950 sacos de cimento.

O donativo, orçado em cerca de 1 milhão de meticais, foi oferecido pela empresa Cervejas de Moçambique, CDM.

O director-geral do INGC, João Machatine, disse, após a recepção, que a oferta tem um impacto notável, a avaliar pela restauração da normalidade, na vida dos afectados.

“Se falarmos das meias toneladas de sementes de milho ou de feijão, poderão render pelo menos 20 toneladas de cada uma das culturas. Isto pode significar a recuperação rápida da produção perdida pelas pessoas afectadas”, afirmou.

Segundo Machatine, as mil redes mosquiteiras serão alocadas ao distrito da Matola, onde cerca de mil e duzentas famílias necessitam de assistência.

As seiscentas mantas poderão beneficiar perto de  mil e duzentas pessoas, ou seja, duzentas famílias.

Machatine disse ainda que os 950 sacos de cimento vão permitir a reconstrução de 70 moradias do tipo dois “é uma contribuição com um impacto imediato que vai resolver os problemas que os cidadãos enfrentam”, referiu

O administrador executivo da Cervejas de Moçambique, Hugo Gomes, disse que iniciativa insere-se nas acções responsabilidade social da empresa e, por isso, convida mais entidades a juntarem-se à causa.

“Pensamos que devíamos dar o nosso contributo para melhorar a situação das famílias moçambicanas afectadas pelas cheias e contribuir para a sua melhoria de vida. Sabemos que este gesto é apenas uma gota no meio deste vasto oceano que são as necessidades das populações, por essa razão apelamos que o empresariado nacional, a sociedade civil, de modo geral, se juntem e dêem o seu contributo”.

O INGC tem estado a receber apoio de diversas entidades e prometeu uma maior transparência na gestão de contas e na canalização de donativos.

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