Os resultados definitivos da sessão indicam que o seletivo Dow Jones Industrial Average terminou quase estável, ao ceder menos de um ponto para os 27.492,56.

O Nasdaq, por seu lado, quebrou 0,29%, para as 8.410,63 unidades.

Estes dois índices tinham fixado máximos históricos na terça-feira.

Ao contrário, o alargado S&P500 avançou 0,07%, para os 3.076,78 pontos, aproximando-se do seu recorde.

“Os investidores não estão a ficar sem fôlego, mas, à semelhança de uma maratona, têm de enfrentar um percurso ascendente com as dúvidas sobre a reunião entre Donald Trump e Xi Jinping”, estimou Gregori Volokhine, da Meeschaert Financial Services.

O encontro entre os presidentes norte-americano e chinês, para assinarem um acordo comercial parcial, poderá com efeito ser adiada para dezembro, segundo informações divulgadas ontem pela comunicação social.

“A subida dos índices, a que se assiste desde o mês de setembro, deve-se em grande parte às esperanças de um acordo comercial. É natural que sempre que há um receio qualquer, isso retire um pouco de ar aos corredores de fundo”, comparou Volokhine.

Na frente dos indicadores, a produtividade nos EUA baixou no terceiro trimestre, em termos anuais, segundo os dados do Departamento do Trabalho, apresentados na quarta-feira, o que é uma novidade desde 2015.

O custo unitário da mão-de-obra aumentou de 3,6% e de 3,1% no último trimestre e nos últimos quatro trimestres, respetivamente, segundo estas estatísticas.

“Se o custo do trabalho aumenta, é bom para os assalariados e os consumidores, mas pode ter um efeito nos lucros das empresas”, detalhou Volokhine.

Os atores financeiros continuaram a seguir com atenção os resultados divulgados por empresas integrantes do S&P500. Mais de 80% já os divulgaram, na sua maioria acima das expectativas dos analistas.

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