Uma nota do PAM refere que a ajuda será providenciada às populações afetadas pela seca e inundações, no Centro, e pela violência armada na província de Cabo Delgado, Norte.

“Quase um ano depois de Moçambique ter sido atingido por dois dos ciclones mais poderosos que já atingiram a África e com o aumento de ataques a civis por grupos armados no Norte, avaliações estimam que 1,9 milhões de pessoas vivem em insegurança alimentar no país agora”, refere a nota.

O comunicado adianta que devido a vulnerabilidade de Moçambique a desastres naturais, prevê-se que os eventos climáticos aumentem em frequência e gravidade ao longo do tempo.

O PMA vai prestar o apoio através do fornecimento direto de alimentos e entrega de dinheiro para a compra de alimentos de retalhistas.

Por seu turno, James Lattimer, director interino do PMA em Moçambique, afirmou que “esta contribuição ajudará a reduzir as lacunas agudas de alimentos em zonas afetadas por desastres no auge da temporada de escassez”.

“Dadas as extensas perdas de colheitas e os danos aos meios de subsistência, muitas famílias continuarão a necessitar de assistência humanitária de emergência até ao início da colheita principal em março de 2020″, acrescentou Lattimer.

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