"O preço médio do primeiro trimestre de 2019 está entre 460 a 470 dólares por tonelada, em vez dos 500 a 600 dólares previstos", referiu a empresa mineira australiana.

As principais razões para a diferença estão relacionadas com constrangimentos ligados ao agendamento de transporte marítimo, mistura final do mineral e processamento de contratos anteriores.

A empresa espera produzir 45 quilotoneladas no trimestre e vender pelo menos 90 quilotoneladas no mesmo período, anunciou.

"A Syrah continua optimista de que melhores preços podem ser alcançados com base nos contrato a celebrar e na mistura final do produto", extraído do subsolo moçambicano.

A empresa mantém a aposta no investimento em Balama, sublinha, assim como numa fábrica de componentes de baterias nos Estados Unidos da América.

A sociedade mineira australiana é uma das empresas internacionais que está a explorar grafite no norte de Moçambique e tem a apresentação de resultados de 2018 agendada para 29 de Março.

A procura por grafite está em alta a nível mundial por ser um componente usado em baterias, numa altura em que os mercados de automóveis movidos a electricidade e de outros produtos eléctricos, como as aeronaves autónomas (popularizadas através da palavra inglesa ‘drone'), estão em expansão.

A empresa tem anunciado a assinatura de contratos de venda com firmas chinesas que, segundo a empresa, "demonstram a penetração da grafite de Balama da Syrah na China e no mercado de material para baterias".

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