“Angola tem problemas sistemáticos e que tiveram um forte impacto no ano passado, como o preço baixo do petróleo, as dificuldades de produção dos blocos petrolíferos, tudo desaguou nesta grande recessão, mas é verdade que, ao mesmo tempo, há uma mudança positiva que equilibra estes fatores negativos, mas cujos efeitos só vão sentir-se mais à frente, dentro de alguns anos”, explicou Ravi Bathia.

Em declarações à Lusa no dia seguinte a esta agência de ‘rating’ ter piorado a Perspetiva de Evolução da economia, de Estável para Negativa, Ravi Bathia sublinhou que a acumulação de dívida pública é um dos maiores problemas do país.

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