Num comunicado divulgado na quarta-feira à noite, a MGM China, que resultou de uma parceria entre a empresária Pansy Ho (filha do magnata do jogo em Macau Stanley Ho) e a norte-americana MGM Resorts, destacou ter obtido mais 500 milhões de dólares em receitas líquidas do que em 2018.

Em destaque estão os resultados do MGM Cotai, na faixa de casinos entre as ilhas da Taipa e de Coloane, a funcionar desde fevereiro de 2018, responsável por uma receita de 1,326 mil milhões de dólares em 2019, quase o dobro do montante arrecadado em 2018.

Já o MGM Macau registou 1,578 mil milhões de dólares em 2019, o que representa uma perda nas receitas homólogas. Em 2018 tinha alcançado 1,721 mil milhões de dólares.

O grupo registou um EBITDA ajustado (resultados antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) de cerca de 735 milhões de dólares em 2019, em comparação com os 574 milhões de dólares registados em 2018.

No mesmo comunicado, o grupo disse ter registado no último trimestre de 2019 um aumento de 6% na receita líquida, fixando-se em 727 milhões de dólares.

No quarto trimestre do ano, o MGM China aumentou em 31% as receitas obtidas através do jogo de massas e uma diminuição de 20% nas receitas do jogo VIP (grandes apostas), devido a à “redução de 33% no volume de negócios no MGM Macau”

No mesmo período em análise, o EBITDA ajustado aumentou 10%, registando 185 milhões de dólares.

Capital mundial do jogo, Macau é o único local na China onde o jogo em casino é legal. Operam no território seis concessionárias: Sociedade de Jogos de Macau, fundada pelo magnata Stanley Ho, Galaxy, Venetian (Sands China), Melco Resorts, Wynn e MGM.

Os casinos fecharam 2019 com receitas de 292,46 milhões de patacas (cerca de 32,43 milhões de euros), menos 3,4% do que no ano anterior.

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