As empresas explicaram ter chegado a acordo para uma redução do pagamento inicial de 1,39 mil milhões de dólares para 1,26 mil milhões de dólares.

O acordo de reestruturação dos pagamentos reflete a recente volatilidade do mercado e o adiamento da decisão final de investimento (FID) no projeto de desenvolvimento dos poços Barossa.

Com a compra, a Santos explica ter adquirido a operação de “ativos de gás de baixo custo e longa vida útil e infraestrutura estratégica de GNL”, aumentando a sua participação na unidade do projeto Bayu-Undan para 68,4%, e no projeto de Barossa para 62,5%.

“Como parceiro inicial do Bayu-Undan e da Darwin LNG e como parceiro atual na Barossa, conhecemos bem esses ativos”, disse Kevin Gallagher, CEO da Santos, em comunicado.

“Estamos muito satisfeitos em assumir a operação e continuar a progredir no projeto Barossa, para que uma decisão final de investimento possa ser tomada quando as condições do mercado permitirem”, explica.

A Santos já acordou vender uma participação de 25% na Darwin LNG e no Bayu-Undan à SK E&S por 390 milhões de dólares e assinou uma carta de intenção de venda de uma participação de 12,5% na Barossa à Jera.

O plano da Santos é “fazer um alinhamento” entre os consórcios da Darwin LNG e da Barossa, acolhendo outras partes do projeto de gás e reduzindo a sua propriedade para os 40%, explica a empresa.

Em comunicado, a ConocoPhillips explica que manterá a sua presença na região através do projeto e atividades de exploração da Australia Pacific LNG.

Os ativos vendidos para Santos produziram uma média de 46.000 barris equivalentes de petróleo por dia no primeiro trimestre de 2020, segundo Conoco.

O total de reservas provadas era de 17 milhões de barris equivalentes de petróleo no final de 2019.

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