No encerramento da sua visita, o líder da Igreja católica sublinhou que o atual modelo de desenvolvimento persiste em “sacrificar vidas humanas”, o ambiente e os recursos naturais em prol dos lucros.

“O crescimento económico nem sempre beneficia todos (…) e até deixa de lado um número considerável de pessoas, especialmente, os jovens”, acrescentou Francisco.

Em substituição do atual modelo, o papa propôs o desenvolvimento de uma política económica que crie “oportunidades de trabalho” e apoie os mais pobres.

A deslocação à Maurícia é a terceira etapa de uma viagem a África, iniciada na quarta-feira, com passagens por Moçambique e Madagáscar, dois dos países mais pobres do mundo.

Ainda ontem o papa tinha pedido, durante a mesma visita, que seja dada maior atenção aos jovens, considerando que estes, pela sua vitalidade e dedicação, podem trazer para a igreja a frescura da juventude.

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