“Estamos agora no processo de operacionalização do secretariado executivo, que é importante para certificar a origem dos diamantes”, declarou Max Tonela, citado hoje pelo diário Notícias.

A certificação de origem vai permitir que os diamantes moçambicanos sejam vendidos no mercado internacional, adiantou.

O ministro dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique assinalou que a criação de mecanismos de certificação vai impulsionar a actividade de empresas concessionárias de minas de diamantes.

A criação do referido secretariado segue-se à adesão de Moçambique ao “Processo de Kimberley”, um mecanismo internacional criado para atestar a origem lícita dos diamantes vendidos no mercado internacional, visando impedir o comércio dos chamados “diamantes de sangue”, extraídos das zonas de guerra.