“Acredito que não falta muito. A questão essencial era criarmos todas as condições, mas o que resta agora é acertar os últimos detalhes e avançar com o processo”, disse o diretor do INAMI, Adriano Sênvano, citado hoje pelo diário Notícias.

Sênvano adiantou ainda que já foi aprovado o qualificador do secretário-executivo da Unidade de Gestão do Processo de Kimberley, para determinar a origem de diamantes e evitar a transação de pedras preciosas procedentes de áreas de conflitos.

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