“Olhando apenas para os números, ha uma tendência para subestimar a importância destas instituições, que dão uma preciosa ajuda que vai para além do financiamento, porque dão apoio técnico, apoio à gestão orçamental e ao desenho das reformas”, disse Jan Friederich.

Em entrevista à Lusa a propósito dos Encontros Anuais do Banco Africano de Desenvolvimento, que se prolongam até sexta-feira em Malabo, a capital da Guiné Equatorial, Jan Friederich alertou que não se deve “olhar apenas para os números dos empréstimos para atestar a importância destes organismos com o BAD”, acrescentando que a importância da ajuda “é muito maior que financiamento, é também dar aconselhamento político e apoio às políticas”.

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