O ministro das Finanças, Wopke Hoekstra, explicou hoje numa entrevista que a ajuda será de um milhão de euros em empréstimos estatais e 2,4 milhões em garantias comerciais, embora não tenha descartado mais apoio financeiro se este primeiro pacote “não for suficiente”, porque o “impacto da crise na aviação é pior do que se pensava inicialmente”.

A ajuda será entregue com “condições”: a companhia aérea terá que reduzir as suas despesas em 15%, além de renunciar à entrega de bónus aos seus diretores, reduzir os salários dos cargos mais altos da empresa, parar de pagar dividendos aos seus acionistas e fazer uma “contribuição ativa” para a luta pela sustentabilidade.

Além disso, o aeroporto Schiphol em Amesterdão terá que reduzir os seus voos noturnos em 20% para reduzir os transtornos para os moradores próximos, o que significará a mudança dos atuais 32.000 voos por ano para não mais de 25.000.

A ministra holandesa das Infraestruturas, Cora Van Nieuwenhuizen, enfatizou que é “importante apoiar a KLM” porque esta empresa é considerada “essencial” para a economia holandesa e para manter o “clima comercial” holandês.

No final de abril, o governo holandês confirmou a sua disponibilidade apoiar a KLM sob a forma de garantias e empréstimos.

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