Julião Dimande afirmou que as firmas moçambicanas não têm capacidade financeira para pagar o certificado internacional de qualidade, que custa, no mínimo, 50 mil dólares.

Devido às limitações técnicas do Instituto Nacional de Normalização e Qualidade de Moçambique (INNOQ), as empresas interessadas na certificação só podem recorrer a entidades estrangeiras.

"É necessário encontrar uma plataforma que permita que, através de uma coordenação entre as multinacionais, as pequenas e médias empresas moçambicanas tenham facilidade de acesso a certificados a custos relativamente baixos", declarou Julião Dimande.