O acordo foi assinado à margem da celebração do Dia de Portugal (a data assinala-se a 10 de Junho), festejado na feira como forma de criar um momento de aproximação e networking entre Moçambique e Portugal.

Em fase embrionária, ainda sem datas  e orçamentos, os dois países estimam que a materialização do projecto seja notória até a próxima edição da FACIM.

O director-geral da Agência para a Promoção de Investimento e Exportações (APIEX), Lourenço Sambo, disse que se pretende, com a iniciativa, erradicar o nomadismo nas áreas de exposição.

“A ideia é modificarmos o espaço de forma bem idealizada e devidamente organizada, com infraestruturas fixas, para começarmos a projectar o desenvolvimento, tomando a experiência de organização de parques portugueses”, disse.

O Presidente da Associação Industrial Portuguesa (AIP), Jorge Oliveira, referiu que para além da FACIM, Portugal pretende expandir infraestruturas de base noutras zonas do país.

“Interessa-nos criar um polo de desenvolvimento que se traduza em mais riqueza para Moçambique, num ambiente que se denote mais confortável para os empresários. Temos experiência na área e queremos criar condições infraestruturais e equipas de trabalho para articular vários tipos de projectos”, vincou.

A 54.ª edição da FACIM arrancou na segunda-feira e decorre até domingo, com o lema "Moçambique e o mundo: alargando o mercado, potenciando investimentos, promovendo parcerias".

Portugal participa na feira com uma delegação composta por 45 empresários e cerca de cem empresas, entre as quais, algumas de capital misto, simultaneamente moçambicanos e portugueses.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.