No total, as trocas comerciais em junho entre Lisboa e Pequim registaram um aumento de 7,35% e atingiram em junho o montante de 6,2 milhões de dólares, com Portugal a importar 3,5 milhões de dólares, e a exportar para a China produtos no valor de 2,6 milhões de dólares.

Os dados oficiais publicados no portal do Fórum Macau, com base nas estatísticas dos Serviços de Alfândega chineses, indicam ainda que as trocas comerciais entre Lisboa e Pequim caíram 5,96% no primeiro semestre deste ano, em relação a igual período de 2019, com Portugal a registar um crescimento nas exportações e uma queda nas importações.

Entre janeiro e junho, o valor das trocas comerciais entre Portugal e a China atingiu os 3,08 milhões de dólares, com a maior fatia a corresponder às importações portuguesas.

De acordo com as estatísticas, as trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa no primeiro semestre de 2020 foram de 64,59 mil milhões de dólares, um decréscimo homólogo de 7,9%.

Se as exportações dos países lusófonos para a China atingiram os 46,7 mil milhões de dólares, representando uma queda homóloga de 7,32%, já as importações dos países lusófonos ficaram-se pelos 17,9 mil milhões de dólares, um decréscimo de 9,39%, em relação a igual período de 2019.

As trocas comerciais em junho entre os países de língua portuguesa e a China foram de 12,8 mil milhões de dólares, um aumento de 28,92% face ao mês anterior.

As exportações dos países lusófonos para a China foram de 9,6 mil milhões de dólares, um crescimento de 37,82% face ao mês anterior, enquanto as importações lusófonas foram de 3,18 mil milhões de dólares, o que se traduz num aumento de 7,81%, quando comparado com maio.

A China estabeleceu a região administrativa Especial de Macau como plataforma para a cooperação económica e comercial com os países de língua portuguesa em 2003, ano em que criou o Fórum de Macau.

Esta entidade tem um secretariado permanente, reúne-se a nível ministerial a cada três anos e integra, além de um secretário-geral e de três secretários-gerais adjuntos, oito delegados dos países de língua portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste).

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