Carmelita Namashulua, citada ontem pelo diário Notícias, afirmou que 41 mil funcionários "fantasmas" foram desativados da Função Pública, entre 2015 e 2019.

"A prova de vida com recurso a dados biométricos permitiu apurar mais de 336 mil funcionários e agentes do Estado ativos e 41 mil falsos", disse Carmelita Namashulua.

Namashulua assinalou que as verbas que o Estado poupou com a descoberta de falsos funcionários foram canalizadas para a melhoria da prestação de serviços públicos e incremento dos benefícios ao pessoal.

"São valores que caíam em mãos alheias e estamos a tentar fechar as torneiras dos desvios", disse, acrescentado que o Governo foi implacável no método da prova de vida.

O Governo atribuiu ainda cartão de identificação aos funcionários do Estado por forma a eliminar estes desvios.

"Isso nos dá a certeza que o próximo quinquénio a administração pública vai-se aperfeiçoar-se mais", acrescentou.

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