"A nossa capacidade financeira está acautelada, teremos o capital necessário para participar nos projetos de gás", declarou à Lusa o presidente da ENH, Omar Mithá.

A aprovação pela Assembleia da República de avales a favor da ENH, a pedido do Governo moçambicano, assegurou à empresa a necessária idoneidade para mobilizar financiamento junto de instituições bancárias.

A Assembleia da República de Moçambique autorizou este ano o Governo moçambicano a apresentar-se como avalista da ENH perante potenciais financiadores para permitir que a empresa tenha capital próprio que a habilite a fazer parte dos consórcios de gás natural na bacia do Rovuma.

A legislação moçambicana impõe que o Estado integre os consórcios de pesquisa, prospeção e exploração de gás natural, o que tem sido feito através da ENH, por via de uma participação mínima de 15%.

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