O Instituto Nacional de Estatística (INE) espanhol confirmou hoje que este declínio foi o resultado de uma queda no consumo das famílias (6,6%), no investimento empresarial (8%) e na habitação (5,9%), bem como do colapso das exportações (8,2%) e das importações (6,6%).

O impacto da COVID-19 no emprego é maior nas horas trabalhadas, que caíram 5% em relação ao trimestre anterior, do que nos postos de trabalho equivalentes a tempo inteiro, que caíram 1,9%.

Por outro lado, o crescimento homólogo (em relação ao mesmo trimestre do ano anterior) do PIB foi de -4,1%, que contrasta com o aumento de 1,8% verificado no trimestre anterior.

Estes valores coincidem com as taxas avançadas pelo INE espanhol em 30 de abril.

A pandemia de COVID-19 já provocou mais de 502 mil mortos e infetou mais de 10,20 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos (125.928) e mais casos de infeção confirmados (mais de 2,56 milhões).

Seguem-se o Brasil (58.314 mortes, mais de 1,36 milhões de casos), Reino Unido (43.575 mortos, quase 312 mil casos), a Itália (34.744 mortos e mais de 240 mil casos), a França (29.813 mortos, mais de 200 mil casos) e a Espanha (28.346 mortos, quase 249 mil casos).

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