“Reconhecemos que é do nosso interesse mútuo garantir que as linhas de comércio continuem abertas, inclusive por via aérea e marítima, para facilitar o fluxo de mercadorias, incluindo bens essenciais”, diz o comunicado conjunto assinado pelos ministros da Austrália, do Brunei, do Canadá, do Chile, de Myanmar (antiga Birmânia), da Nova Zelândia e de Singapura.

Singapura e Nova Zelândia já se tinham comprometido, no sábado, a manter redes de distribuição e controlos de exportação, barreiras e taxas sobre bens essenciais, especialmente material de saúde, durante a crise do coronavírus. Hoje, outros cinco países juntam-se ao pacto.

“A política comercial por si só não consegue resolver os problemas e desafios que enfrentamos, mas pode e deve fazer parte da solução”, afirma o ministro do Comércio da Nova Zelândia, David Parker, no preâmbulo da declaração.

“Estamos a pensar nos próximos passos para desenvolver o nosso compromisso de combater a pandemia global através de cooperação global”, acrescentou.

A pandemia da covid-19, declarada pela Organização Mundial de Saúde em 11 de março, obrigou muitos países a adotar medidas de emergência, como o encerramento de fronteiras, como foi o caso de Singapura, da Austrália, de Myanmar ou da Nova Zelândia.

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