"A Empresa Aeroportos de Moçambique viu todas as suas fontes de receita profundamente afetadas, desde as taxas de sobrevoo, aterragem e outras receitas não aeronáuticas, resultantes da atividade económica que se desenvolvia nos aeroportos", disse o ministro dos Transportes e Comunicações, Janfar Abdulai.
O governante falava hoje em Maputo, capital do país, durante uma reunião de balanço de atividades da empresa, na qual, entre outras matérias, foi analisado o relatório de contas de 2019, os planos de atividades e o orçamento.
O ministro avançou que, apesar dos prejuízos registados, os compromissos da empresa "continuam inadiáveis", referindo que a companhia vai manter todos os serviços operacionais para responder à retoma paulatina da economia do país.
"Queremos assegurar que tudo está a ser feito para a retoma gradual da atividade da aviação civil em Moçambique, estando em perspetiva medidas concretas para a viabilização deste ramo de transporte fundamental para a retoma do turismo no país", adiantou.
Moçambique, que viveu os últimos cinco meses em estado de emergência, regista um total de 3.440 casos de infeção pelo novo coronavírus, 21 óbitos e 1.661 pessoas dadas como recuperadas, segundo a última atualização.
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