Trata-se das empresas COTUR, VBM, Água Vumba, Mozambique Power e a Sociedade Moçambicana de Medicamentos, afirmou Agostinho Vuma.

Outras 26 estão a reunir os requisitos para o ingresso no mercado bolsista do país.

O presidente da CTA assinalou que o interesse das empresas moçambicanas pela BVM está a aumentar, devido a benefícios como redução de taxas de juro e isenção em 50 por cento no Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Coletivas (IRPC) e Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares (IRPS).

"A inscrição na bolsa constitui a melhor alternativa para a aposta no investimento na produção agrícola, suporte a pequenos agricultores e a revitalização da indústria transformadora nacional", declarou Agostinho Vuma.