A Administração Estatal de Divisas Estrangeiras do país reagiu assim aos artigos publicados na quarta-feira por alguns órgãos internacionais, que avançaram que a China estava a considerar reduzir ou mesmo parar de adquirir dívida dos EUA, porque esta se estava a tornar menos atractiva.

Aquelas informações resultaram numa queda nos preços dos títulos do tesouro norte-americano e do valor do dólar, e uma subida na cotação do ouro.

As reservas cambiais da China, as maiores do mundo, aumentaram em Dezembro 20.700 milhões de dólares (17.200 milhões de euros), fixando-se em 3,14 biliões de dólares (2,61 biliões de euros).

A China é um dos maiores detentores de dívida dos EUA.

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