"Chegámos às 300 mil patacas [cerca de 33 mil euros], é um valor interessante, todos os valores ajudam, e vamos manter a conta aberta para continuar com a campanha", disse Carlos Álvares em entrevista à agência Lusa na sede do BNU, em Macau.

"Vamos enviar o dinheiro para Moçambique, para a entidade relacionada com este tipo de calamidades, e vamos fazer publicidade para continuar a angariar fundos, porque todos devemos ajudar".

A campanha, lançada em colaboração com o consulado de Moçambique, vai assim prolongar-se para ajudar as vítimas dos ciclones Idai e Kenneth.

Os ciclones que afetaram o país mataram 603 pessoas em províncias do centro de Moçambique e outras 45 em Cabo Delgado, no norte, tendo deixado um rasto de destruição em vilas e cidades destas regiões.

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