"Nós em Moçambique associamo-nos a vós, em júbilo por esta assinalável conquista", escreveu, considerando que "a composição da equipa, que reflete a nação arco-íris que é a África do Sul, é verdadeiramente inspiradora e constitui uma lição de inclusão a que todos aspiramos".

"Ao vencer um campeonato mundial de râguebi bastante competitivo, os Springboks mostraram que o trabalho árduo e de equipa, a determinação, fé, paixão pela modalidade e o patriotismo compensaram", escreveu Nyusi numa mensagem dirigida ao chefe de Estado da África do Sul e ontem divulgada pela Presidência, em Maputo.

Segundo o líder moçambicano, "hoje, o desporto e o râguebi, em particular, despontam como a cola capaz de unificar uma nação e uma região perante os desafios e serve de exemplo do que a unidade e a liderança forte podem alcançar".

"Em nome do povo, do Governo da República de Moçambique e no meu próprio, gostaria de apresentar as nossas mais sinceras felicitações", concluiu Filipe Nyusi.

A seleção de râguebi da África do Sul conquistou o terceiro título mundial ao vencer a Inglaterra por 32-12, na final disputada em Yokohama, no Japão.

A vitória foi festejada por milhares de sul-africanos, que se juntaram em espaços públicos independentemente da sua raça, filiação política ou estrato social, recordando a final do primeiro título, em 1995, naquele que é ainda hoje considerado um dos grandes momentos na história do desporto na África do Sul e um marco no processo de construção social 'pós-apartheid'.

A África do Sul, um dos países vizinhos de Moçambique, concentra a maior diáspora moçambicana e é o maior parceiro comercial do Estado lusófono.

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