“Deixo o órgão [STJ] fazer o seu trabalho, eu estou a fazer o meu trabalho político. Eu no dia 27… Haverá duas fases… Como sempre disse durante a campanha que a minha tomada de posse não acarretaria custos para os cofres do Estado”, afirmou Embaló em Bissau, no regresso de uma viagem que, segundo ele, o levou à Etiópia, Indonésia e Turquia.

“O país tem que ter a sua prioridade. Não há escola, há greve, não há salários… Penso que a Guiné-Bissau em vez de pensar na tomada de posse e gastar muito dinheiro, convém pagar salários aos professores. Os meninos têm que estudar. Temos essa sociedade assim, porque não temos tido ensino. Lema do meu mandado será “livro na mão”, sublinhou.

Na sexta-feira, a comissão permanente do Movimento para a Alternância Democrática (Madem-G15, líder da oposição), que apoiou a candidatura de Umaro Sissoco Embaló, instruiu o seu grupo parlamentar a requerer, com “caráter de urgência”, uma sessão da Assembleia Nacional Popular para preparer a posse do novo Presidente.

Na sexta-feira, 21, a Comunidade Económica de Estados da Áfica Ocidental (CEDEAO)  pediu em nota à CNE e ao STJ que “cooperarem de maneira construtiva para salvaguardarem a integridade do processo eleitoral, uma condição e garantia para a paz e estabilidade no país”.

A organização defende um “diálogo construtivo” entre as várias instituições, para uma “rápida resolução das disputas eleitorais na Guiné-Bissau”.

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