"Vamos analisar este incidente. Vamos ter em conta o que ele está a sublinhar e agir de acordo com a lei, dentro da estrutura da nossa soberania", disse o líder mexicano durante a sua habitual conferência de imprensa matinal.

Tudo começou porque Donald Trump escreveu no Twitter, esta quarta-feira, que os Estados Unidos estão a enviar "soldados armados" para a fronteira com o México, após um incidente, no qual militares do país vizinho apontaram as suas armas para tropas americanas.

"Soldados do México recentemente desarmaram os nossos soldados da Guarda Nacional, provavelmente como uma tática de distração para os traficantes de drogas na fronteira. Mas é bom que não volte a acontecer! Agora estamos enviando SOLDADOS ARMADOS [maiúsculas usadas por Trump] para a fronteira", frisou o presidente na rede social.

O atual ‘dono’ da Casa Branca acusou ainda o México de nada fazer para impedir a migração clandestina ou, tampouco, de devolver os migrantes aos seus países de origem.

O presidente norte-americano não foi específico e claro quanto à acusação que fez às tropas mexicanas, embora o canal de televisão CNN tenha relatado, no dia 13 de abril deste ano, a ocorrência de um incidente perto da cidade de Clint, no estado do Texas.

De acordo com autoridades locais, dois soldados norte-americanos estavam a realizar tarefas de vigilância na fronteira com o México, dentro de um veículo não identificado, até que foram abordados por cinco soldados mexicanos que apontaram armas contra eles e os desarmaram.

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