“Todos os meios estão a ser implementados para alcançar e identificar rapidamente o autor dos factos”, afirmou o responsável pela investigação em declarações à imprensa.

Segundo Rémy Heitz, o atentado ainda não foi reivindicado.

As autoridades francesas estão à procura de um homem de cara tapada que circulava de bicicleta e alegadamente deixou o explosivo diante de uma padaria na Rua Victor Hugo, uma artéria pedonal muito próxima da Praça Bellecour, no centro da cidade.

Segundo uma porta-voz da Prefeitura de Lyon, a polícia está a visionar as imagens do circuito de videovigilância da zona e estabeleceu um cordão de segurança.

Fonte judicial adiantou que as autoridades privilegiavam a hipótese de um pacote armadilhado, com base em testemunhos.

O engenho tinha parafusos ou pregos no seu interior, demonstrando que pretendia potencialmente ser letal para quem estivesse nas suas imediações.

Pelo menos 13 pessoas sofreram ferimentos, mas nenhuma corre risco de vida, segundo um porta-voz municipal no local.

A investigação judicial, aberta inicialmente por tentativa de homicídio, foi transferida para o Ministério Público de Paris, que centraliza os casos de terrorismo em França.

Numa breve declaração, o Presidente francês, Emmanuel Macron, endereçou votos de restabelecimento aos feridos do que considerou ter sido um ataque.

HN (ER) // PVJ

Lusa/Fim

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