A forma como foi aplicado um crédito japonês de 1,6 milhões de dólares, posto à disposição da Câmara do Comércio, Indústria, Agricultura e Serviços (CCIAS) de São Tomé e Príncipe, está a revelar-se um novo escândalo financeiro no arquipélago.

Em declarações aos jornalistas, António Quintas Aguiar, membro da (CCIA), acusa o secretário-geral da instituição, Cosme Rita, de fazer uma “gestão familiar e partidária” do crédito japonês, beneficiando empresários e políticos locais, desconhecendo-se o destino do valor em causa.

 

O crédito à importação de 1,6 milhões de dólares concedido pelo Governo japonês estava sob gestão do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e foi colocado à disposição da CCIA para a transacção de materiais de construção.

 

Lusa

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.