"Em relação a Cabo Delgado, tenho de dizer que as Forças de Defesa e Segurança garantem total proteção às nossas brigadas. Faremos tudo para recensear os nossos concidadãos que devem ser recenseados na província de Cabo Delgado", disse Abdul Carimo, presidente da CNE, citado hoje pelo jornal "O País".

O recenseamento eleitoral começa no próximo dia 15 e visa o registo de votantes para as eleições gerais de 15 de outubro.

O arranque do censo tinha sido inicialmente marcado para o dia 01 deste mês, mas foi adiado devido ao ciclone Idai, que afetou o centro do país em 14 de março.

Pela primeira vez, além de escolherem o parlamento e o Presidente da República, os moçambicanos vão eleger os governadores das 11 províncias, que deixam de ser nomeados pelo poder central.

A mudança faz parte do acordo entre o Governo, da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), e a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido da oposição.

Desde outubro de 2017, os ataques de grupos armados não identificados em Cabo Delgado, que tiveram origem em mesquitas, já provocaram, pelo menos, 150 mortos.

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