Foram quatro as organizações não governamentais a formalizar uma queixa junto da justiça francesa: Greenpeace, Fundação Nicolas Hulot, Oxfam França e “Notre affaire à tous”.

Todas denunciam uma acção tida como insuficiente para lutar contra as alterações climáticas.

Um abaixo assinado de dois milhões de assinaturas corrobora a iniciativa.

Após o Paquistão, a Colômbia ou os Países Baixos (Holanda) a França é, agora, alvo de uma acção judicial neste âmbito.

Quem discorda do cabimento da mesma é o chefe de Estado francês. Emmanuel Macron que concluía a sua visita a África com uma etapa queniana incluindo a sua participação na cimeira ecológica “One Planet summit”.

Não vejo qual o cabimento desta queixa. Não me parece que haja uma saída jurídica neste caso.

Não é nos tribunais que isto se resolve, eu não enveredo por este estado de espírito.

A solução depende de todos nós.

É uma asneira querer opor o povo ao governo neste tipo de casos.

Somos todos nós.

Hei-de seguir e sem tabus é aqueles que digam “proponham soluções com mais descentralização, que avancem mais depressa, que mobilizem mais financiamentos privados, que revolucionem interesses adquiridos” !

Á parte isso estas posturas não me interessam. Não faço parte daqueles que por definição acham que o governo está sempre errado ou que é tarde demais e que o planeta vai arder.

Há 20 anos que o dizemos, agora há que agir !

Estamos na acção concreta, positiva, forte com mudança de hábitos. Importa que as pessoas olhem em frente !

Ao participar na cimeira de Nairobi Macron criticou, sem se referir directamente à China, a construção de centrais de carvão no continente negro.