Numa mensagem, citada pela agência noticiosa angolana, Angop, João Lourenço realçou que a reeleição de Filipe Nyusi "é resultado de um conjunto de fatores positivos, que decorrem do bom desempenho", dos seus últimos cinco anos de mandato", confirmados pelos "expressivos resultados obtidos".

Filipe Nyusi, candidato da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), venceu as eleições com 73% dos votos.

João Lourenço encorajou o seu homólogo a continuar a colocar todas as suas forças e capacidades na consolidação das políticas de paz e reconciliação nacional, que, considerou, realizou com sucesso assinalável, e as que conduzam à promoção do progresso, desenvolvimento e bem-estar do povo moçambicano.

Segundo o chefe de Estado angolano, Angola mantém o interesse em desenvolver esforços tendentes ao reforço contínuo das relações históricas de amizade e cooperação existentes entre os dois povos, países e governos.

Os resultados eleitorais, anunciados pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) no domingo em Maputo, deram larga vantagem à Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, cujo candidato, Filipe Nyusi, foi reeleito à primeira volta para um segundo mandato como Presidente, com 73% dos votos.

A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo, principal partido da oposição) já contestou os resultados e anunciou que irá apresentar hoje um recurso junto do Conselho Constitucional (equivalente ao Tribunal Constitucional), apontando alegadas irregularidades no processo eleitoral.

Também o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceira força política parlamentar, não aceita os resultados, alegando fraude generalizada.

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