“Agradeço à moldura humana que me acompanhou. Fiquei sem palavras. Isto significa que o que fizemos ao longo de cinco anos está a ser reconhecido”, afirmou o chefe de Estado guineense.

Em 2014, José Mário Vaz foi o candidato do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), mas depois de uma rutura com a liderança do seu partido, o chefe de Estado concorre às presidenciais como candidato independente.

“Aproveito para dizer que não vamos mudar a direção. O nosso objetivo é manter a tranquilidade interna, a paz social e a liberdade de expressão, de manifestação e de imprensa”, salientou.

Para José Mário Vaz, só assim há uma “verdadeira democracia”.

“A democracia sente-se enquanto existir liberdade no país”, sublinhou.

O Presidente guineense disse que o objetivo da sua candidatura é dar continuidade aos “ganhos que foram conseguidos” nos últimos cinco anos.

“Resta trabalhar com o Governo para o crescimento e desenvolvimento económico. Precisamos de resolver os problemas na saúde e educação”, acrescentou José Mário Vaz, afirmando, contudo, que aquelas áreas são matéria da governação.

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