António Costa deixou esta nota de empenhamento na cooperação com Moçambique no final da IV Cimeira Luso Moçambicana, que decorreu no Palácio Foz, em Lisboa.

Tendo ao seu lado o chefe de Estado de Moçambique, Filipe Nyusi, António Costa expressou "a solidariedade de Portugal em relação a todos os moçambicanos que foram vítimas ou sofreram grandes prejuízos na sequência dos ciclones Idai e Kenneth.

"Portugal, através das suas Forças Armadas, dos seus serviços de proteção civil e de emergência médica, teve a oportunidade de estar na primeira linha da resposta de emergência. Quero aqui manifestar a total disponibilidade e empenho em continuarmos na primeira linha agora na fase da reconstrução", salientou António Costa.

Neste contexto, o primeiro-ministro português referiu-se em particular a um dos 13 acordos bilaterais hoje assinados entre os dois países e que se relaciona com a constituição de um fundo de apoio à reconstrução das zonas moçambicanas atingidas pelos ciclones.

Um fundo que, como frisou António Costa, estará sob a gestão do Instituto Camões, tendo comparticipação pública, "mas, sobretudo, com a contribuição generosa de muitas entidades privadas".

"Esta é a boa demonstração da mobilização do conjunto a sociedade civil para apoiar Moçambique" sustentou.

António Costa referiu depois que, esta manhã, anunciou que esse fundo teria um valor inicial de 1,2 milhões de euros.

"Mas a manhã correu bem e o fundo, agora, já passou a ser constituído com 1,5 milhões de euros. Creio que ao final do dia ainda poderemos ter melhores notícias", acrescentou, numa nota de otimismo, provocando riscos na plateia.

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