João Gomes Cravinho falava aos jornalistas no final de uma reunião com o ministro da Defesa do Brasil, general Fernando Azevedo e Silva, no Forte de São Julião da Barra, em Oeiras.

Questionado sobre os problema na Guiné-Bissau, país que, tal como Portugal, pertence à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o ministro português disse que é “permanente” a atenção que o Estado português dá à situação naquele país.

“A Guiné-Bissau tem passado por períodos de turbulência política. Acreditamos que esteja no bom caminho para a estabilização, que é o ponto de partida para trabalharmos de forma mais sistemática sobre questões, como o apoio às Forças Armadas para que desempenhem melhor as suas funções de soberania, controlo de território e impedimento de que o seu território seja utilizado para o narcotráfico, como tem acontecido infelizmente nos últimos anos”, adiantou.

O primeiro requisito, referiu, é “a estabilidade política”.

No passado dia 02, registou-se na Guiné-Bissau a maior apreensão de cocaína da história do país, quando a Polícia Judiciária (PJ) guineense apreendeu quase duas toneladas desta droga no norte do país — Canchungo e Caio.

Em março, a mesma força de segurança apreendera 800 quilos de droga.

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