O comissário da polícia, Shina Olukolu, informou que a corporação invadiu a mesquita, depois de ter sido alertada por um rapaz de 17 anos que tinha escapado de outro centro de detenção ilegal, onde, segundo a mesma fonte, “as vítimas eram maltratadas, mal alimentadas e obrigadas a fazer trabalho forçado.

“Descobrimos homens e mulheres jovens mantidos em cativeiro numa espécie de masmorra”, acrescentou Olukolu, indicando que, entre os detidos, estavam 34 mulheres, 191 homens, 11 crianças.

Entre as vítimas 23 estão doentes e, segundo a fonte policial, “estavam presos e acorrentados entre dois e 10 anos”.

A polícia deteve o dono do centro de detenção e mais oito pessoas alegadamente envolvidas no caso

Nos últimos dois meses, a polícia libertou quase 1.500 pessoas na Nigéria em regime de escravdião em centros de detenção ilegais em mesquitas ou em escolas corâneas, tendo o Presidente Muhammadu Bourhari ordenado um maior controlo à actvidade de mesquitas e escolas islâmicas.

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